Amor não tem idade

27 maio

A sociedade está em um processo de mudança constante e isso se reflete em distintos âmbitos da vida, inclusive na hora de escolher parceiros.

Segundo estudos realizados nos EUA ,uma de cada três norte-americanas solteiras e maior de 40 anos sai com um homem mais jovem que ela. Os psicólogos apontam que esta tendência tem muito a ver com o fato de que as mulheres já não buscam seu príncipe encantado para toda a vida. As convenções sociais jamais viram com maus olhos os casais entre homens maduros e mulheres mais jovens. A tendência agora é que elas também invistam em parceiros de menos idade.

Para a psicóloga Olga Inês Tessari, o envolvimento de uma mulher mais velha com um homem mais novo é um fato cada vez mais corriqueiro. Não assombra como antigamente. E ela ainda aponta o porquê dessa aproximação entre os sexos e as gerações. “Os jovens são muito menos preconceituosos do que os homens mais velhos, têm a cabeça mais aberta, respeitam mais as mulheres, pois não são tão machistas”, analisa ela. Ponto pra eles! No entanto, não podemos esquecer que a mulher também mudou, evoluiu, ficou independente, livre para fazer suas escolhas.

O que mais se ouve das mulheres mais velhas sobre seus parceiros mais jovens é que eles as rejuvenescem. Na trilha dos companheiros, elas passam a viajar mais, fazer mais esporte, freqüentar mais festas – isso para ficar só no campo das atividades coletivas.

Fonte de consulta: ajudaemocional.net, Revista Veja

Só – e bem acompanhado

20 maio

Um fato vem causando revolução nos padrões de consumo:  o número de pessoas que vivem sozinhas não para de crescer. Congelados individuais, pacotes com meia dúzia de fatias de pão, agências especializadas em viagens para quem viaja só, apartamentos tamanho ovo (mas com uma área de lazer digna de clube), tudo isso veio para ficar.

O mundo está sendo reformulado para tornar mais agradável a vida de quem não divide a casa com ninguém. No Brasil, eles já são 9% da população. É pouco, comparado com os 26% da população americana ou com os singles britânicos, que mandam em uma de cada três casas do Reino Unido. Mas esse número está crescendo por aqui. Entre 1991 e 2000, mais 4,8 milhões de brasileiros aderiram ao time da lasanha individual.

Hoje em dia, ficar sozinho não deve nem pode parecer o fim do mundo. Pelo contrário. Nesses tempos em que estamos todos cada vez mais conectados uns aos outros, ficar só pode ser uma bênção, uma experiência necessária para amadurecer e conhecer-se.

“Nenhum homem é uma ilha”. Mas quanto mais únicos nos tornamos, maior a possibilidade de encontrarmos formas únicas de ser feliz.

Viva a mudança.

Fonte de consulta: Revista Vida Simples

Família é afeto, preocupação e o amor de uns pelos outros

17 maio

O conceito de “família” já não é mais o mesmo. Os valores das famílias mudaram, assim como a constituição delas também se transformou muito. Hoje, já não existem regras para se formar um lar e o conceito de família desestruturada caiu por terra. Uma família organizada já não precisa mais ser composta por pais casados e seus filhos, como exigia o estereótipo padrão. Há lares harmônicos e desarmônicos em todas as maneiras de ser de uma família: pais solteiros, separados ou em novas uniões, irmãos que moram juntos, filhos criados por avós, uniões homossexuais etc. Outro caso comum nos dias de hoje é o de “irmãos emprestados”. Homens e mulheres divorciados formam novas famílias, trazendo junto os seus filhos.
Família não precisa ter, necessariamente, um laço de sangue. O que envolve as pessoas é o afeto, a preocupação, o amor de um pelo outro.
Portanto, a associação de irmãos não consangüíneos, de colegas de república, de amigos que resolvem rachar um apartamento, de casais que dividem o teto sem, de fato, terem assinado o termo civil podem, sim, ser consideradas famílias. Tudo é válido hoje, desde que se esteja em busca do bem estar comum.
Viva a mudança!

Viva a Mudança

05 maio

A nossa casa é um organismo vivo. O tempo todo o espaço físico é modificado pelas pessoas que o recriam com mobiliário, objetos, cores, sensações.

Nunca as mudanças pessoais refletiram tanto no ambiente em que vivemos. A renovação de um espaço pode vir de um casamento, de uma mudança de cidade ou emprego, de um filho que nasce, de outro que cresceu e está saindo de casa, ou de uma simples mudança de ares.

O fato é que as mudanças comportamentais transformaram o jeito de morar. A diversidade das famílias de hoje, os casais de diferentes idades, do mesmo sexo, os que tratam os animais de estimação como membros da família, os apaixonados por tecnologia, ditam as novas tendências do viver.

E é por isso que a S.C.A., que sempre buscou acompanhar o ritmo destas mudanças e, por muitas vezes, superá-lo surpreendendo seus consumidores, lança seu novo conceito de comunicação: VIVA A MUDANÇA.

Com esse posicionamento e a campanha que o traduz, a S.C.A. mostra a inovação dos seus produtos e faz um convite a todas as pessoas para comemorar e vivenciar a mudança, seja ela particular ou no ambiente que as rodeiam.

Serão 7 temas nos anúncios impressos e 3 na mídia eletrônica (TV) que mostram ao consumidor algumas mudanças de comportamento que já aconteceram, se estabeleceram com legitimidade e estão sendo avalizadas e celebradas pela marca.

A comunicação, contudo, é apenas o reflexo de um sentimento que agora se expressa e ganha vida.

O que a S.C.A. está propondo é uma mudança de visão, uma atitude ampla, despreconceituosa, acolhedora, inclusiva. Tudo isso, porém, só surte efeito real com engajamento.

Você é muito bem-vindo ao nosso blog. Conheça todas as peças da campanha, discuta conosco, reflita, participe.