A sorte de um amor tranquilo

28 junho

Há algum tempo atrás, uma pesquisa da Universidade de Viena tentou explicar esta irresistível química que faz as mulheres se sentirem atraídas por homens mais velhos (e porque eles retribuem esta atração na mesma escala).

Entre tantos dados antropológicos, fisiológicos, sociológicos e outros “lógicos”, o que saltou aos olhos dos pesquisadores foi a estabilidade e o alto nível de felicidade apresentados por este tipo de relação.

Com ou sem filhos, este tipo de relacionamento mostrou-se forte, durável e com menos sobressaltos emocionais.  É claro que nem tudo são flores e que estes casais ainda enfrentam muito preconceito e olhares enviesadas.

Mas entre os pares, as cobranças e as inseguranças são menores, o que faz o prazer de estar junto vencer toda a torcida contra.  É mais ou menos como cantava Cazuza “Eu quero a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida.”

Na hora de optar por uma história de amor assim, o segredo do sucesso é viver bem, viver feliz e viver, sem medo, a mudança.

A mudança no colo

23 junho

Duas mulheres conversam animadas. Trazem amarradas aos ombros grandes faixas de tecido estampado, de onde emergem ora umas perninhas mínimas, ora uma cabeça titubeante.

As duas são adeptas do sling, um pano largo e comprido como uma tipóia, que índios, africanos e peruanos conhecem tão bem e que, há anos, envolve as mães européias mais descoladas. Assim, embrulhadinhos, os bebês ficam em contato direto com o corpo materno, num delicioso colo infinito. Se bate a fome, o peito está ali pertinho. Grávida de poucas semanas, a terapeuta Ana Thomaz se prepara para embalar o terceiro filhote. “Manter o bebê junto à mãe dá um retorno sensorial muito importante para seu desenvolvimento corporal e psicológico”, diz.

Há quatro anos o movimento começou a ganhar força no Brasil. Hoje existe até um encontro mensal, a Slingada, em que veteranas ensinam mães de primeira viagem a testar as múltiplas maneiras de amarrar e acomodar o neném. Ao contrário das cadeirinhas, feitas de material rígido, o tecido do sling se adapta aos movimentos da criança. As mãos das mães (e dos pais!) ficam livres para fazer compras, ler, trabalhar e, claro, fazer cafuné na criança, que, dotada da curiosidade inata dos bebês, observa tudo o que passa pelo caminho, até se cansar e cair num sono gostoso, embalado com afeto.

Veja os sites da slingada:

www.babywearing.com.br
www.sampasling.com.br

Fonte: Vida Simples

Produtos imobiliários segmentados: gay friendly

21 junho

Já tem algum tempo que o mundo vem abrindo seus olhos (e mentes) a um consumidor peculiar e que merece todo o respeito. O público GLS vem garantindo cada vez mais espaço no mercado, principalmente imobiliário e de roupas. Marcas como a Levi Strauss, por exemplo, têm utilizado em sua comunicação o apelo homossexual de forma inteligente, fugindo do clichê da sátira e quebrando barreiras de preconceito. No caso da Levi’s, lhe rendeu até o principal prêmio do Images In, premiação que anualmente homenageia agências de publicidade e empresas cujas campanhas fazem um retrato respeitoso da comunidade LGBT.
Veja aqui um comercial da Levi’s

No Brasil, apesar dos lentos passos, algumas empresas começaram recentemente a adotar a postura “gay friendly”, o que além de ser uma demonstração de cidadania, também pode gerar oportunidades de negócios. Um exemplo deste avanço foi a construtora Tecnisa, que desde 2003 investe no treinamento de funcionários a respeito do atendimento ao público GLS, assim como na customização de seus produtos, e por fim na forma de comunicar. O resultado foi tão positivo que hoje a empresa possui um ticket médio de R$ 400 mil para imóveis voltados para o consumidor gay.

Fato é que neste ponto muitas empresas ainda precisam caminhar muito para atingir este patamar, porém vê-se que a comunicação brasileira começa a tomar seu verdadeiro sentido: a integrar as diferenças e não marginalizar.
A S.C.A. também trouxe as diferenças para a sua comunicação e abraça esta causa para viver a mudança.

Veja o anúncio da campanha Viva a Mudança:


Fonte: 2 day consultoria

A mudança urbana: “Parking Day”

18 junho

Estacionamentos ocupam espaço na cidade, são áreas cimentadas ou espaços nas ruas que poderiam servir para outra coisa. Quem sabe um gramado, bancos, cadeiras, plantas, som ambiente e pessoas lendo ou conversando… Nada mal, não é? Park(ing) Day, como o próprio nome sugere, é a ideia de transformar, por um dia, vagas de estacionamento de veículos em pequenos parques. O movimento surgiu em 2005 em São Francisco, nos Estados Unidos, como iniciativa de um grupo de artistas e interessados, e se transformou em evento anual.

Os espaços públicos, cada vez mais lotados de carros e carentes de lazer, são alvo da reflexão: o que queremos fazer das nossas ruas? No Brasil, a proposta já foi abraçada por três cidades: Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Belo Horizonte, a ideia começou com o nome de Vaga Verde e se transformou em Rua Verde, com direito a um quarteirão fechado para música, dança, poesia e jogos.

E uma simples vaga de carro pode ganhar muitas caras e cores, novos sons e diferentes usos.
Veja imagens do Parking Day 2009 no site do movimento: http://my.parkingday.org/

A mudança no bolo de casamento

16 junho

Há alguns finais de semana, tivemos a maior parada gay do mundo, acontecendo na Av. Paulista em São Paulo/Brasil, e os homossexuais são um público muito bacana de se trabalhar, pois sempre dão asas para a imaginação, para a criatividade, e principalmente bom gosto.
Um dos ramos que lá fora já anda fazendo sucesso entre eles, é o “cake design”. Em estados onde o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido, artistas como Mike Leavitt criam enfeites prá lá de divertidos, para estas festas.

Dê uma olhada:

Aqui o casamento ainda não é permitido, mas fica a dica para quem for fazer alguma festa simbolizando a sua união! Viva a mudança!

Casa sustentável!

14 junho

Despertar a consciência do público em relação a questões ambientais foi o objetivo do projeto da Casa Sustentável, uma das principais atrações da FIEMA 2010 (Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambinte), que ocorreu em abril em Bento Gonçalves/ RS.

A criação das arquitetas Gabriela Pizzetti e Cristiane Sofia Kaiser levou em conta tecnologias e matérias-primas que visam a minimização dos impactos ambientais associados à construção civil. Entre outras coisas, a Casa Sustentável conta com madeira de reflorestamento no isolamento térmico, janelas com vidros duplos, que possibilitam a iluminação natural e o equilíbrio da temperatura do ambiente interno, mostra os benefícios do telhado verde e da integração da construção com a natureza.

Veja o vídeo de apresentação da casa:

Fonte: Mercado Ético

Casais homossexuais serão contabilizados no novo Censo

09 junho

Mudanças do novo Censo possibilitarão um maior detalhamento da população brasileira. Com o objetivo de ter dados mais detalhados sobre as mudanças da sociedade brasileira nos últimos dez anos, o IBGE acrescentou novas perguntas no Censo 2010, que pela primeira vez será totalmente informatizado.

Uma das grandes novidades do Censo 2010 fica por conta da contabilização de casais homossexuais, já que os entrevistados serão questionados se moram com um parceiro do mesmo sexo.

O tempo que se leva do trabalho à residência, se há internet em casa e um maior apuro da comunidade indígena brasileira, são algumas das melhorias do 12º Censo Demográfico, divulgadas nesta terça-feira pelo IBGE.

O Censo 2010 deve começar em agosto e serão visitados aproximadamente 58 milhões de residências em cerca de 5.565 municípios brasileiros que responderão às mais diversas perguntas.

Fonte: http://www.dolado.com.br/noticias/censo-2010-contabilizara-uniao-homossexual.html

É possível ser feliz sozinho!

08 junho


10 dicas para viver só

1. Pense nas vantagens que morar só traz. Lembre que ninguém reclamou quando você largou a toalha molhada em cima da cama
2. Invista em você o tempo que dedicaria a outra pessoa
3. Aproveite para tomar decisões de última hora. O compromisso é só consigo
4. Quando sair sozinho, orgulhe-se da sua independência. E não se deixe levar pela fantasia de que os outros estão se divertindo. Isso é ilusão
5. Faça da sua casa um lugar muito pessoal. Pinte as paredes da sua cor preferida, redecore, reinvente. Quanto mais personalizada for, melhor
6. Organize as obrigações. Ponha as contas no débito automático, arrume suas coisas. Evite motivos para ficar culpando-se
7. Um bichinho de estimação pode ser uma ótima companhia, se você estiver preparado para assumir a responsabilidade
8. Perceba como a relação com quem você morava antes melhora, agora que vocês não discutem questões cotidianas e supérfluas.
9. Lembre sempre que você está sozinho por opção e que pode sair, badalar ou receber gente em casa quando quiser
10. Nunca enxergue a casa como um lugar de reclusão, mas sim de aconchego

Fonte: Revista Vida Simples

A mudança do amor

02 junho

Quando o assunto é amor, as cabeças se abrem para a mudança. Quando o coração bate mais forte, idade é o que menos importa. É por isso que vemos, cada vez mais frequentemente, casais singulares. Um exemplo é o alto número de casais compostos por homens mais maduros e mulheres jovens.

A doutora Olga Inês Tessari, psicóloga e psicoterapeuta, afirma que homens e mulheres têm procurado este tipo de relacionamento porque existe uma afinidade. ‘Em geral, são pessoas de mente aberta a novas experiências, que não se sujeitam aos padrões comuns da sociedade, que buscam a manutenção da alegria, do bom humor, das aventuras e desafios característicos da fase dos jovens. As pessoas tentam viver ou reviver bons momentos que ficaram para trás’, comenta.

A relação entre os homens mais velhos com moças mais jovens tem muitos prós. Mais segurança, realização profissional dele, ascensão social e até financeira. Assim como a jovem tem uma energia que estimula o parceiro. O namorado se sente mais forte, mais potente, mais necessário, mais útil.

Segundo a psicóloga Lourdes Brunini, diretora da faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo (Facis), na maioria das vezes essas mulheres buscam proteção, segurança e confiança. “A experiência do outro é proteção. É comum a mulher ter um pai muito frágil, que não consegue lidar com ela, que tem relações superficiais com a filha. Aí ela busca uma figura que preencha as expectativas que não foram atendidas”, explica ela.

Fonte de consulta: delas.ig.com.br