Para comemorar os 45 anos de história da S.C.A., durante o ano iremos trazer
a você posts que mostram a trajetória de nossa empresa. Uma história de um
sonho e da conquista, não só de seu fundador Augusto Manfroi, como a de
todos que fizeram, e ainda fazem, parte dela.

“Sozinho ninguém constrói nada. A gente precisa da força dos outros para construir.” Esta frase de Augusto Manfroi, fundador da S.C.A., mostra o quanto a base da empresa está na valorização das pessoas e do trabalho.
Mudar é imprescindível. E desde o nascimento, a S.C.A. mudou muito. Hoje, muda a vida e os lares de muita gente. E celebra a mudança. Mas, até mesmo para mudar, é preciso uma raiz, uma origem. E a origem da S.C.A. começa com a chegada de imigrantes italianos no Rio Grande do Sul.
Foi em uma casa de pedras, na Linha Figueira de Mello, no município de Garibaldi, que, em 1930, nasceu Augusto. Órfão de pai desde muito cedo, Augusto passou por diversas privações e perdas. O menino teve que se transformar em homem rapidamente para ajudar a família. Superou suas limitações e descobriu o valor das pessoas e do trabalho.
A criação rígida e com muita fé deu força para seguir em frente. Inicialmente, Augusto ajudou a família no cultivo da terra. Passou pelo seminário, ficando 4 anos no internato. Mas, em uma visita, percebeu que precisava ficar ali ajudando a mãe e os irmãos. Assim, conseguiu um emprego em uma vinícola que estava em expansão e com 16 anos preparava a terra para a plantação.
A vocação da terra para o cultivo da uva, com seu clima temperado, posição geográfica e solo propício, aliada ao trabalho dos imigrantes italianos, acaba levando os vinhos e espumantes da região ao reconhecimento nacional. Foi entre as parreiras que Augusto conheceu Zemira, ambos no primeiro emprego, com quem casaria em 1952 dando início a uma nova família.
Com o desenvolvimento urbano e as cidades crescendo, os prédios de alvenaria mudavam a paisagem. Iniciava um fenômeno irreversível, a migração dos moradores da zona rural para a área urbana em busca de um ofício. E esse também foi o caminho de Augusto, que se tornou pedreiro. A atividade herdada de seu bisavô era favorecida pelas inúmeras construções em andamento. E é este novo ofício que leva Augusto e Zemira a morar em uma pequena casa de madeira comprada em uma ladeira íngreme em Bento Gonçalves, prevendo o futuro na cidade. Foi neste cenário que a família Manfroi cresceu e descobriu a força do trabalho.